sexta-feira, março 31, 2006

 

Just for a laugh..


Numa estação de metro, um bêbado e uma freira caminhavam em direcções opostas. O bêbado, roto e cambaleante, e a freira, firme, com seu impecável hábito preto.
No momento em que se cruzaram, o bêbado agarrou a freira pelas orelhas; deu-lhe uma cabeçada com toda força que tinha.
A freira curvou-se para trás com o impacto, mas o bêbado segurou-a pelo hábito e jogou-a contra a parede.
Em seguida, o bêbado socou-lhe o estômago e projectou a cabeça da freira várias vezes contra a parede.
Depois de tanta brutalidade, com a pobre freira caída ao chão, o bêbado esfregou as mãos e disse, com ares de vitorioso:
- Esperava mais de ti, Batman!!!

terça-feira, março 28, 2006

 

It depends...

Image hosting by Photobucket

"It is better to be hated for what you are than to be loved for what you are not."
Andre Gide (1869 - 1951)


 

Different sides for the same question

When little Johnny was asked by his teacher "how many crows would be left on the fence after the farmer shot three, when there were ten before he shot.
"None" said Johnny. They would all fly away.
"Wrong," said the teacher.
"7, it was an arithmatic question, but I like the way you`re thinking."
"Can I ask you a question sir ?" said our hero
"Certainly" said teach.
"Three ladies are eating ice cream, one is licking, one is sucking and the third is biting. Which one is married ?"
Looking rather embaressed the teacher replied "the one sucking."
"Wrong" said Johnny.
"The one wearing the wedding ring, but I like the way you`re thinking."

segunda-feira, março 27, 2006

 

Carta a uma amiga

Image hosting by Photobucket
Fotografia de Maria Irene Crespo: capa do livro “Carta a Uma Amiga” de Inês Pedrosa.

Este último livro de Inês Pedrosa é tão delicioso, que a minha vontade era transcrevê-lo na íntegra neste post. Sendo isso impossível, decidi retirar algumas passagens usando para isso o critério da página de terminação 8.

“Todas as paixões são histórias de mortos, suicídios metafóricos”, dizes-me tu tantas vezes. “Devíamos aproveitá-las como cursos de preparação para a morte, aulas de desprendimento”. Mas em cada abandono, em cada desilusão, em vez de desprendimento aprendemos o cinismo. Para onde vão os primeiros beijos, os filhos sonhados pelos namorados efémeros, o amor demasiado aflito para viver? Para o armazém das almas, lugar inútil que nos protege da utilidade da vida. Protege-nos de seres reciclados que labutam na “construção” de “relações adultas” forjadas por “interesses comuns”, visando a “estabilidade” e o “progresso”. Quando são capazes de, sem que a mão lhes trema, isolar a paixão (tida por violenta e, portanto, passageira) do amor (tido por pacato e de confiança) as pessoas sentem-se criaturas maduras. Ora o amor propaga-se de uma forma irracional, incontrolável. Contraria a organização económica de “dois em um” que rege a vida contemporânea – champôs, roupa, escritórios, casas – postulando a aristocrática formula, em desuso, do “um em dois” – invasora, fulminante, escapando à poupança, esbanjando energia. A maturidade parece ser o grande mito substituto…E pouca gente se atreve à liberdade de amar sozinha, a fundo perdido, numa timidez convicta de fotógrafo, capaz de transformar a aridez de qualquer facto num vertiginoso acontecimento. Lembro-me daquela frase do nosso querido Vergílio Ferreira, que tantas vezes repetimos baixinho uma à outra: “A felicidade não está no que acontece mas no que acontece em nós desse acontecer”. Nestas fotografias de Helena percebi que aquilo que vemos é sempre e só uma selecção da realidade – e que a realidade é, também ela, uma ilusão, trituradora de lágrimas, sonhos, paixões e verdades, devolvendo-nos a beleza opaca dos espelhos em que nos iludimos para sobreviver. Também para mim a mentira é a maior das traições. Fere-me no pior do meu orgulho, talvez no cerne da minha inteligência: pergunto-me como é que não percebi logo, eu que tenho a mania de que sou de uma intuição rara. “Não se pode pedir às pessoas mais do que elas podem dar”, dizes-me tu, com a voz cheia de nevoeiro. Pode pedir-se mais às pessoas, querida – de outra forma, como descobrirão elas o que têm para dar?


domingo, março 26, 2006

 

Nem sei que título dar

Image hosting by Photobucket
Para uma ilhoa como eu, por vezes a adaptação ao estilo de vida americano não é fácil. A mim parece-me tudo tão oco, tão artifical. Já para não falar na mania do kingsize. Algumas vezes, chego mesmo a sentir-me fora de compasso.

quinta-feira, março 23, 2006

 

Cultura açoriana soterrada…

Image hosting by Photobucket
A monument designed by Micha Ullman in 1995. Commemorates the Nazi book burning (10th of May 1933) with a translucent panel showing empty bookshelves below ground level.

Ontem no programa “Língua Afiada” o Pedro Arruda dizia que a cultura nos Açores está soterrada no pó que cobre os museus. Nos Açores, e em Portugal em geral, não há o culto da arte interactiva. Os livros encontram-se em bibliotecas e nunca em cafés e essas bibliotecas não têm espaços onde se possa estar confortavelmente a ler e a tomar um chá. As obras de arte encontram-se em museus e não nas criações e produções que se fazem. A arte nos Açores não sai à rua. Até o vestir é pouco criativo e cada vez com menos sentido estético. Portanto, afirmações como “estamos fartos da cultura do pó”, são completamente vazias de real significado, pois nós não podemos estar fartos daquilo que somos e não fazemos qualquer questão de o deixar de ser.


quarta-feira, março 22, 2006

 

Quem é quem

Quando desenterraram o José Castelo Branco, não sei bem de que baú, para se tornar uma das figuras mais mediáticas da nossa sociedade, eu tinha a certeza que conhecia aquela “figurinha” de algum lado. Ontem quando vi a anunciar na SIC o filme “Fifth element”, fez-se luz: O JCB inspirou-se no “bicha preta”.


terça-feira, março 21, 2006

 

Boa ideia

Image hosting by Photobucket

domingo, março 19, 2006

 

Porque hoje é dia do pai

…é inevitável pensar nas lições de vida. Assim, em homenagem a todos os pais, que vivos ou não, estão sempre presentes na caminhada dos seus filhos, deixo aqui este pensamento de Abraham Lincoln.

"The worst thing you can do for those you love is the things they could and should do themselves."


sexta-feira, março 17, 2006

 

No Comments

Image hosting by Photobucket

 

Apareçam...

Image hosting by Photobucket

quinta-feira, março 16, 2006

 

Continuando o debate...

Image hosting by Photobucket
Num post do meu colega desambientado gerou-se uma discussão interessante sobre viver a vida como se fossemos crianças. Não fosse ele das matemáticas, a questão do todo reflectir a média foi abordada, assim como a necessidade de existirem pontos aberrantes para influenciar a média. Como uma amiga de longa data costuma dizer, a média interessa-me pouco pois tenho sempre um desvio padrão enorme.

quarta-feira, março 15, 2006

 

E porque hoje é dia mundial do consumidor

Image hosting by Photobucket

O Governo apresenta,um pacote de medidas para evitar que o consumidor seja enganado ou abusado nos seus direitos.
Seguradoras
Quem bate com o carro, abre de seguida a porta da seguradora. Entra num mundo de papelada com muita dor de cabeça à mistura, do qual quer sair o mais depressa possível. A partir de agora, passa a haver novos prazos para resolver o assunto. Além disso, a seguradora tem, obrigatoriamente, de informar o cliente sobre o estado do processo. Depois do acidente, o condutor fica com oito dias para contar toda a história à seguradora. Quanto à empresa, fica com dois dias para dar uma resposta. São marcadas as peritagens, que devem estar concluídas num período de oito dias úteis. Se o carro tiver de ser desmontado, então o prazo é alargado para 12 dias. E se a seguradora assumir a responsabilidade, tem de o fazer em 30 dias a contar do primeiro contacto com o cliente. Os prazos reduzem para metade se houver uma declaração amigável. Mas perde-se muito mais tempo se o carro estiver envolvido, por exemplo, num choque em cadeia. Depois do acidente, o carro pode ficar imobilizado. Neste tipo de situações, o segurado tem direito a um veículo de características semelhantes. Mas só quando a empresa assume a responsabilidade.
Parques de estacionamento
Nos parques de estacionamento também há novidades. O Governo quer aproximar o tempo de estacionamento pago, do tempo utilizado. A partir de agora, as tarifas passam a ser de 15 minutos. O cliente só paga as fracções que utilizou. Em cada parque deve estar um funcionário para ajudar o condutor naquilo que precisa. Se estiver cheio, tem de haver o aviso.
Publicidade
O Governo quer também acabar com as informações que passam em rodapé em letras pequenas, ou na rádio a velocidade supersónica. Indicações como as de uma taxa anual de encargos efectiva global, usada, por exemplo, pelos bancos para vender créditos, ficam proibidas de passar em letras pequenas, ou lidas muito rapidamente. Este tipo de informações têm de estar bem expressas na publicidade. E não apenas quando é mencionada uma taxa de juro, ou outro valor relacionado com o custo de crédito.
Serviços financeiros à distância
Para finalizar, os serviços financeiros à distância. Por exemplo, créditos concedidos através de Internet ou por telefone. Já havia uma directiva comunitária, que o Governo português teve de seguir. Tem de estar tudo muito bem explicado: Quem é a empresa, que tipo de serviço se trata, termos do contrato e mecanismos de protecção do consumidor. Os clientes podem agora resolver um contrato deste tipo sem explicar as razões, e sem serem penalizados. Toda a informação tem de estar em português. O consumidor a quem sejam prestados serviços financeiros à distância, não solicitados, não tem de pagar seja o que for. Ou seja, parte-se do princípio que são gratuitos.
In: Sic Online

terça-feira, março 14, 2006

 

Fogo e Gelo

Minerais formados a altas temperaturas foram encontrados na zona mais fria do sistema solar.

segunda-feira, março 13, 2006

 

No comments

Image hosting by Photobucket

Copyright Morten Ingemann


domingo, março 12, 2006

 

Não procure explicações complicadas

Uma mulher foi às compras a um supermercado perto de casa, na sua lista constavam os seguintes produtos:
- 2 caixas de leite,
- 1 dúzia de ovos,
- 1 litro de sumo de laranja,
- 1 alface,
- 1 kg. de café,
- 1 pacote de bacon fatiado.
Enquanto ela colocava as compras na passadeira da caixa, um bêbado que se encontrava atrás dela na fila observáva-a. Enquanto as compras eram registradas, o bêbado calmamente disse:
- Você deve ser solteira...
A mulher ficou muito espantada com a declaração e intrigada com a intuição do bêbado já que de facto era solteira. Ela olhou para os seis itens sobre a passadeira e não viu nada que pudesse revelar o seu estado civil. Curiosa, disse:
- O senhor está absolutamente correcto. Mas como conseguiu descobrir isso?
E o bêbado respondeu:
- É porque você é feia pra caraças!


sábado, março 11, 2006

 

Nada como um certificado

Image hosting by Photobucket

sexta-feira, março 10, 2006

 

Updating

Quando se atira uma moeda ao ar a probabilidade de sair várias vezes seguidas cara (ou coroa) é muito maior do que alternadamente cara/coroa.
Nuno Crato na RTP2 no programa “por outro lado”

Pulseira electrónica utilizada em prisão domiciliar afinal não é eficaz.
No Jornal da Tarde (RTP1)

Cães treinados para detectar melanoma.
Documentário na RTP2


 

ID

Image hosting by Photobucket

Como é do conhecimento geral em Portugal não é permitida a venda de cigarros a menores de 18 anos de idade. E, como também é do conhecimento geral, em nenhum estabelecimento pedem a identificação a quem o quiser fazer. Todos nós sabemos que na América é "sempre tudo diferente". Sabem, desde que cá cheguei só duas ou três vezes é que me pediram "ID", que por acaso foram as primeiras vezes que comprei cigarros cá. Desde então pedem-ma sempre. Acho correcto, aliás correctíssimo. Se a lei existe é para se fazer cumprir! Concordemos ou não com ela. O que é não é correcto é que peçam para ver a minha identificação e à Susaninha não. Isto já aconteceu várias vezes e só numa delas é que lhe pediram "ID". É caso para me questionar "Terei cara de miúda em terras do tio Sam?".

quinta-feira, março 09, 2006

 

No Comments

Image hosting by Photobucket

 

A mais nova tia da família

Image hosting by Photobucket

A Matilde tinha 8 meses quando a sua irmã mais velha foi mãe da Madalena. Para que conste são irmãs da mesma mãe e do mesmo pai, do mesmo casamento. A minha irmã Teresa e o meu cunhado Rui são um exemplo fantástico de companheirismo, de espírito de família, diria mesmo de clã. E mesmo assim, alinham sempre nas nossas “cowboyadas” e tem sempre tempo para os amigos. Mas verdade seja dita, os amiguinhos também se revezam na missão das fraldas, biberões, sacos e cadeirinhas, para que eles possam sempre participar. Acho que estou com um ataque de saudade aguda.


 

Sim, sou tia-avó

Image hosting by Photobucket
Madalena no banho
Image hosting by Photobucket
A mostrar os dentinhos
Image hosting by Photobucket
A fazer carinhas

quarta-feira, março 08, 2006

 

Apareça

Image hosting by Photobucket

No sábado dia 11 de Março, às 14 horas no Centro Cultura de AH, no encontro de blogues da ilha Terceira.

 

Dia Internacional da Mulher

Image hosting by Photobucket

terça-feira, março 07, 2006

 

Wonderbra

Image hosting by Photobucket

Uma excelente estratégia para enfrentar as filas do hipermercado.

segunda-feira, março 06, 2006

 

On the virtues of uselessness

Image hosting by Photobucket
Lao Tzu was traveling with his disciples and they came to a forest where hundreds of carpenters were cutting trees, because a great palace was being built.
Almost the whole forest had been cut, but one tree was standing there, a big tree with thousands of branches--so big that ten thousand persons could sit under its shade. Lao Tzu asked his disciples to go and inquire why this tree had not been cut yet, when the whole forest had been cut and was deserted.
The disciples went and they asked the carpenters, "Why have you not cut this tree?"
The carpenters said, "This tree is absolutely useless. You cannot make anything out of it because every branch has so many knots in it. Nothing is straight. You cannot make pillars out of it, you cannot make furniture out of it. You cannot use it as fuel because the smoke is so dangerous to the eyes--you almost go blind. This tree is absolutely useless. That's why."
They came back. Lao Tzu laughed and he said, "Be like this tree. If you want to survive in this world be like this tree--absolutely useless. Then nobody will harm you. If you are straight you will be cut, you will become furniture in somebody's house. If you are beautiful you will be sold in the market, you will become a commodity. Be like this tree, absolutely useless. Then nobody can harm you. And you will grow big and vast, and thousands of people can find shade under you." Lao Tzu says: If you try to be very clever, if you try to be very useful, you will be used. If you try to be very practical, somewhere or other you will be harnessed, because the world cannot leave the practical man alone. Lao Tzu says: Drop all these ideas. If you want to be a poem, an ecstasy, then forget about utility. Remain true to yourself.

sexta-feira, março 03, 2006

 

A violência continua

Democracia é uma forma de governo em que é o Povo que decide, as questões são decididas em função da vontade da maioria. O Governos age segundo a vontade expressa dos cidadãos. Mas, se o Povo sofre e não se queixa, é atormentado e não reclama, é roubado e suporta calado, as coisas não mudam. Quando a maioria silenciosa, silenciosa se queda, fica tudo na mesma. Este conjunto de verdades, à Monsieur La Palisse e repetitivas, surge a propósito da maré sempre crescente, de roubos nesta Ilha Terceira, não se sabe se ainda de Jesus Cristo.

Imagine-se a angústia de uma jovem Mãe ao acordar às tantas da manhã com as luzes da casa acesas, quartos revirados, carteiras desaparecidas e a luz do quarto do filho de menos de um ano, acesa! Imagine-se uma senhora com mais de 70 anos, com o marido sofrendo de uma doença terminal, a acordar sobressaltada com a luz de um foco a inspeccionar-lhe a casa!

Não resolve nada falar mal da Policia nem dos Juízes, eles trabalham com as ferramentas que lhes deram, que obviamente não chegam para nos proteger desta bandilhagem, que anda à solta e impune por aí. Não se dignifica a Policia atribuindo-lhe mais funções, quando já não chega para as que já lhe estão atribuídas. Como pode a Policia fazer alguma coisa com princípio, meio e fim, se não tem homens, armas que prestem e vive com outros equipamentos que parecem vir da época do Sherlock Holmes? Não é digno, não é motivador, não puxa pelo brio trabalhar assim. Nada disto confere a autoridade necessária ao bom desempenho da função de defensor da liberdade e tranquilidade daqueles que, pagando os seus impostos, a elas têm direito. É preciso fazer pressão para alterar estas leis anacrónicas, desadaptadas aos tempos que correm e que já não nos protegem.

Não podemos aceitar ser vítimas sem direitos, escravos, enquanto à solta andam aqueles que não merecem, pelo seu comportamento, viver connosco em liberdade. Não podemos continuar a pagar o vício da droga, nem as manias de quem quer viver acima das suas posses. Não se conforme, não se resigne, não transija, faça uso do seu direito à indignação, irrite-se, barafuste e insista. Escreva, telefone, peça audiências: ao MR, ao Presidente do GR, ao Ministro da Justiça, ao Provedor de Justiça. Use os jornais, as rádios, a televisão, faça pressão, faça-se ouvir.

Adaptado de um texto de Paulo Caetano Ferreira


This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com